hoje é terça
Escrevi esse texto no Instagram pra contar a história do Hugo Henrique e achei que merecia estar aqui também, porém com algumas alterações (relevantes?). Quando eu resgatei o Feio lá em fevereiro de 2020 eu tinha duas certezas: eu não queria adotar um machinho (a possibilidade de transformar minha casa num banheiro me aterrorizava) e eu não ia ter mais cães além da Betty e da Nona. Então ele e a Pink estavam de passagem até o lar ideal aparecer. O Feio não tinha nada de feio, ele era lindo, solitário, carente e ele não era dócil, era terrível, chorava e mordia por tudo. E decidia por conta quem tocaria nele e quando fariam isso. Mas a vida é assim (confia no processo), dia após dia fomos nos conhecendo, confiando um no outro e nos apegando. Ele se tornou meu amigo, viu no meu colo um abrigo e o jeitinho dele me torceu. Bastaram algumas (poucas) visitas frustradas para que eu decidisse assumir a responsa...